Diretório Nacional libera chapa do PMDB com PT e PCdoB em Sergipe - Paparazzo Sergipe
 
 
 
 

Diretório Nacional libera chapa do PMDB com PT e PCdoB em Sergipe



13/07/16 08h38   Eleições Imprimir

O Diretório Nacional do PMDB decidiu, nesta terça-feira (12), que os diretórios municipais do partido estão liberados paracompor chapa com o PT e PCdoB. A decisão surgiu em reunião do presidente em exercício do PMDB, senador Romero Jucá (RR), com os representantes dos diretórios estaduais em Brasília.

 

Os partidos entraram em rota de colisão após o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) e a ascensão de Michel Temer (PMDB) ao posto de presidente interino. Contudo, em Aracaju, a aliança foi sacramentada no final de junho com a oficialização do apoio do governador Jackson Barreto (PMDB) ao pré-candidato Edvaldo Nogueira (PCdoB).

 

Durante o encontro foi definido que a Executiva Nacional da legenda seguirá a decisão unânime dos diretórios estaduais e respeitará as coligações locais. Entretanto, o presidente ressaltou a importância do partido ter candidatos próprios na maioria dos municípios, sobretudo as capitais e cidades de médio porte. “Os peemedebistas terão que usar a experiência das eleições de 2016 para planejar e lutar pela vitória do Partido nas eleições presidenciais”, antecipou Jucá.

 

O presidente do PMDB em Sergipe, João Augusto Gama, disse em entrevista à Rádio Cultura, na tarde desta terça, que o encaminhamento já era esperado e foi confirmado depois que ele destacou o êxito que a chapa vem obtendo na capital sergipana.  Os três partidos estão unidos em Sergipe desde 2006, quando o petista Marcelo Déda (1960-2013) foi eleito governador. “Não chegamos a imaginar a hipótese de só ter uma chapa proporcional. Já esperávamos essa decisão porque contatos já tinham sido feitos com integrantes do diretório nacional”, afirmou.

 

Apesar de caminharem juntos nas Eleições de outubro, os peemedebistas sergipanos devem trabalhar pela manutenção do mandato de Temer. Segundo Gama, em sua ótica, o retorno de Dilma ao comando do país é uma situação inviável e que não conta com o seu apoio particular. “É fato notório que não haverá reversão nesse quadro atual, o vice-presidente deve ser mantido no governo”, afirmou. 

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